Gestão de pessoas: fundamentos, evolução e teorias administrativas

Conceitos, importância, visão sistêmica, evolução da área e impactos das principais escolas da administração na gestão de pessoas.

Gestão de pessoas: fundamentos, evolução e teorias

Evolução

EstágioFoco
DPregistro, folha, frequência e conformidade
ARHrecrutamento, treinamento, cargos e avaliação
gestão estratégicapessoas e competências alinhadas à estratégia
  • Estágios coexistem; gestão estratégica não elimina rotinas.
  • No setor público: valor público, legalidade, impessoalidade, mérito e continuidade.
  • GP é responsabilidade compartilhada entre alta administração, unidade especializada, gestores e pessoas.

Visão sistêmica

  • Estratégia define capacidades críticas.
  • Estrutura e processos definem trabalho e quantitativos.
  • Tecnologia muda tarefas e competências.
  • Orçamento limita escolhas.
  • Cultura e comunicação afetam cooperação e aprendizagem.
  • Ambiente traz legislação, mercado e demandas sociais.
  • Capacitação isolada falha sem condições para aplicar aprendizado.

Escolas

EscolaAutor/focoPegadinha
científicaTaylor; tarefas e métodotambém inclui seleção e treinamento científicos
clássicaFayol; estrutura e POCCCTaylor ≠ Fayol; PODC é síntese posterior
neoclássicaDrucker; objetivos e resultadosAPO não é mera imposição de metas
burocráticaWeber; racional-legaltipo ideal ≠ disfunções de Merton
relações humanasMayo/Hawthorne; gruposobservação não explica sozinha produtividade
comportamentalSimon e outros; decisãoracionalidade limitada e solução satisfatória
estruturalistaEtzioni; formal + informal + conflitohomem organizacional; não presume harmonia
sistêmicainterdependência e ambientefeedback e equifinalidade
contingencialajuste ao contextonão há receita universal

Autores

  • Taylor: estudo científico da tarefa, seleção, treinamento, cooperação e divisão de responsabilidades.
  • Fayol: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar.
  • Drucker: Administração por Objetivos, acompanhamento e resultados.
  • Weber: tipo ideal burocrático; cargos, regras, hierarquia, impessoalidade, mérito, carreira e documentação.
  • Merton: disfunções burocráticas; rigidez, apego aos meios e deslocamento de objetivos.
  • Mayo: organização informal e fatores sociais.
  • Barnard: cooperação, comunicação e aceitação da autoridade.
  • Simon: racionalidade limitada e decisão satisfatória.
  • Maslow: necessidades.
  • Herzberg: higiene evita insatisfação; motivadores ligam-se ao conteúdo.
  • McGregor: X/Y são pressupostos gerenciais, não tipos naturais.
  • Etzioni: estruturalismo e homem organizacional.

Frases de prova

  • Científica = tarefa; Clássica = estrutura; Burocracia = racionalidade legal.
  • Weber = tipo ideal; Merton = disfunções burocráticas.
  • Etzioni = estruturalismo; homem organizacional = múltiplos papéis organizacionais.
  • Relações Humanas = grupo informal; Comportamental = decisão e comportamento.
  • Sistemas = integração; Contingência = adequação.
  • Contingência não é improvisação.
  • Burocracia weberiana não é sinônimo de corrupção, ineficiência ou formalismo patológico.