2. Tipos e gêneros textuais

Reconhecimento de sequências, gêneros, domínios e suportes pelas finalidades e formas de organização dos textos.

Ler sem distrações

2. Tipos e gêneros textuais

O mesmo texto pode receber quatro classificações corretas

Considere este trecho hipotético:

Para solicitar revisão, preencha o formulário até sexta-feira e anexe a justificativa. Pedidos sem identificação não serão analisados.

Agora suponha que ele faça parte do documento que publica todas as regras de uma seleção. É correto dizer, ao mesmo tempo, que:

  • edital é o gênero do documento;
  • injuntiva ou prescritiva é a sequência que organiza esse trecho;
  • administrativa é a esfera ou domínio de circulação;
  • portal eletrônico pode ser o suporte em que o edital foi publicado.

Essas respostas não competem. A questão de prova decide qual categoria deve ser identificada. O erro típico é reconhecer uma característica verdadeira e dar o nome de outra categoria.

1. Separe gênero, sequência, domínio e suporte

Antes de classificar, pergunte o que o comando quer saber.

CategoriaPergunta útilExemplo
Gênero textualQue ação comunicativa socialmente reconhecível este texto realiza?edital
Tipo ou sequência textualComo o conteúdo se organiza linguisticamente?injunção
Domínio ou esfera discursivaEm que campo de atividade o texto funciona?administrativo
SuporteEm que meio físico ou digital ele se materializa e circula?portal eletrônico

Uma reportagem pode pertencer à esfera jornalística, circular em um portal e combinar narração, descrição e exposição. Um parecer pode circular em processo eletrônico e combinar exposição dos fatos com argumentação técnica.

1.1 Gênero: a ação comunicativa concreta

Gêneros são formas relativamente estáveis de comunicação construídas pelas práticas sociais. Notícia, edital, relatório, requerimento, artigo de opinião, entrevista e receita são gêneros porque realizam ações recorrentes em situações reconhecíveis.

Para identificar um gênero, reúna pistas convergentes:

  1. finalidade: informar um fato, pedir providência, registrar reunião, publicar regras, avaliar uma obra, ensinar um procedimento;
  2. participantes: quem produz o texto e a quem ele se dirige;
  3. circulação: jornalismo, administração, vida acadêmica, publicidade, cotidiano;
  4. composição: título, campos, perguntas e respostas, etapas, assinatura, seções típicas;
  5. estilo: formalidade e escolhas linguísticas adequadas à situação.

Tema e tamanho, isoladamente, não definem gênero. Dois textos sobre a mesma política pública podem ser notícia e editorial; uma notícia curta não deixa de ser notícia por ter poucas linhas.

1.2 Tipo e sequência: a organização interna

Tipos textuais são modelos mais abstratos e pouco numerosos de organização, como narração, descrição, exposição, argumentação e injunção. A expressão sequência textual é útil porque essas formas podem coexistir dentro de um mesmo gênero.

Os rótulos variam entre autores e bancas. Em vez de decorar apenas o nome, reconheça o mecanismo: acontecimentos avançam? características compõem um quadro? um conceito é explicado? uma posição é defendida? o leitor é orientado a agir?

1.3 Domínio ou esfera: o campo social

A esfera reúne práticas e gêneros de um campo de atividade. Por exemplo:

  • jornalística: notícia, reportagem, editorial, entrevista;
  • administrativa: edital, ofício, ata, relatório, parecer, despacho, requerimento;
  • acadêmica: resumo, artigo científico, resenha acadêmica.

“Jornalístico” ou “administrativo” pode nomear o domínio, e não um gênero individual.

1.4 Suporte: onde o gênero circula

Papel, livro, jornal, portal, aplicativo e tela são meios ou ambientes de apresentação. Mudar o suporte pode mudar diagramação, hiperlinks e recursos multimodais, mas não cria automaticamente outro gênero.

Uma reportagem publicada primeiro em revista e depois no portal pode continuar sendo reportagem. Para saber se houve mudança de gênero, examine finalidade, composição e situação de uso — não apenas o meio.

2. Reconheça as sequências pelo que elas fazem

2.1 Narrativa: acontecimentos fazem a situação avançar

A equipe chegou ao prédio, encontrou a sala alagada e transferiu os equipamentos antes da abertura.

Há agentes, ações encadeadas e progressão temporal. O pretérito ajuda, mas não basta: “o prédio era antigo e tinha duas entradas” usa passado e ainda assim constrói um estado, não uma cadeia de acontecimentos.

Narrativas desenvolvidas podem apresentar situação inicial, ruptura, desenvolvimento e desfecho. Um fragmento não precisa conter todas essas etapas para ser narrativo; basta que sua organização relevante seja a sucessão de acontecimentos.

2.2 Descritiva: o texto constrói um quadro

A sala é retangular, tem duas janelas largas e mantém os arquivos em estantes metálicas junto à parede norte.

A descrição organiza propriedades, partes, localização, aparência ou estados. O ponto decisivo é perguntar se o trecho faz o tempo avançar ou se mantém o foco na composição de um quadro.

Movimento não impede descrição. Pessoas que passam diante de um observador podem servir apenas para compor uma cena. A descrição também pode revelar o ponto de observação e o grau de conhecimento do observador: leigo ou especializado, mais objetivo ou mais avaliativo.

2.3 Dissertativo-expositiva: organiza conhecimento

Dados abertos são conjuntos disponibilizados em formato que permite acesso, uso e redistribuição. Podem ser classificados segundo diferentes critérios.

Definir, explicar, classificar, comparar e exemplificar são operações típicas da exposição. Há ideia central, mas não é necessário defender uma tese para obter adesão.

As provas podem usar “expositivo”, “informativo”, “explicativo” ou “dissertativo-expositivo”. Compare o funcionamento atribuído ao texto, não apenas o rótulo.

2.4 Dissertativo-argumentativa: razões sustentam uma posição

O órgão deve publicar uma versão simplificada do relatório, pois tabelas sem contexto dificultam o acesso do cidadão à informação.

Há uma posição e uma razão que a sustenta. A argumentação pode empregar dados, exemplos, comparação, causa e consequência, concessão, refutação e autoridade.

Citar pesquisador ou instituição pode funcionar como argumento de autoridade quando essa voz é usada para sustentar a posição. Mas a presença de especialista não transforma qualquer texto em argumentativo: uma fonte também pode apenas explicar um conceito.

Da mesma forma, dados não tornam o texto automaticamente expositivo. Pergunte para que eles servem no plano global: explicar ou apoiar uma tese?

2.5 Injuntiva: orienta uma ação

Acesse o portal, selecione o período e confirme o envio.

A injunção dirige a conduta do destinatário. Pode usar imperativo, infinitivo, necessidade, obrigação, permissão ou proibição.

Duas variantes ajudam na prova:

  • instrucional: ensina como fazer, muitas vezes em etapas;
  • prescritiva: regula o que deve, pode ou não pode ser feito.

“É obrigatório apresentar documento de identificação” orienta conduta sem verbo no imperativo. E uma campanha pode recomendar várias ações sem ordenar etapas; continua havendo orientação.

2.6 Dialogal: a interação se organiza por turnos

— O prazo foi prorrogado?

— Sim, até sexta-feira.

A alternância de turnos e a construção interacional caracterizam a sequência dialogal. Nem todas as tipologias a tratam como categoria autônoma; observe o referencial da questão.

Entrevista é gênero. “Dialogal”, quando adotado, descreve a organização de parte ou de todo o discurso.

3. Contrastes que resolvem a maioria das pegadinhas

Narração x descrição

Não conte verbos. Pergunte se ocorre mudança temporal relevante.

  • “O servidor abriu o processo, conferiu os anexos e encaminhou os autos”: narração.
  • “O processo tinha capa azul, três anexos e folhas numeradas”: descrição.

Exposição x argumentação

Procure a relação entre as informações.

  • Exposição: “O que é? Como funciona? Quais são as categorias?”
  • Argumentação: “Que posição está sendo defendida? Por quais razões?”

“A transparência ativa é a divulgação espontânea de informações” define: exposição. “A transparência ativa deve ser ampliada, porque reduz barreiras” formula tese e razão: argumentação.

Injunção x narração

  • “O usuário abriu o sistema, informou a senha e confirmou o envio”: relata o que ocorreu.
  • “Abra o sistema, informe a senha e confirme o envio”: orienta o que deve ocorrer.

As ações podem ser parecidas; muda a relação do enunciado com o destinatário.

4. Um gênero pode combinar várias sequências

Relatório, parecer, reportagem e edital raramente são “puros”. Um relatório pode expor critérios, descrever documentos, narrar etapas, argumentar ao fundamentar uma conclusão e recomendar providências. Isso não cria cinco gêneros.

A unidade pedida pelo comando é decisiva:

  • “no trecho”: classifique aquele segmento;
  • “o texto é predominantemente…”: observe finalidade e macroestrutura;
  • “qual é o gênero?”: volte à ação comunicativa social.

A sequência predominante não precisa ser a primeira, a mais longa nem a única. É a que organiza o plano global relevante para a questão.

Imagine um parecer que apresenta histórico, descreve documentos, compara interpretações e conclui por uma solução. O gênero é parecer; a argumentação pode organizar a conclusão global, embora existam trechos expositivos e descritivos.

5. Reconheça gêneros pela finalidade

Memorizar listas soltas é pouco eficiente. Associe cada gênero à ação que costuma realizar e confirme por produtor, destinatário, circulação e composição.

Administrativos e institucionais

GêneroFunção típica
Editaltornar públicas regras, condições, critérios e prazos
Ofíciorealizar comunicação institucional formal
Ataregistrar ocorrências e deliberações de reunião
Relatórioorganizar atividades, método, dados, resultados e conclusões
Pareceranalisar questão e apresentar conclusão fundamentada
Despachodecidir, determinar ou encaminhar em processo
Requerimentoformular pedido formal
Nota técnicaexaminar tema especializado para subsidiar decisão
Formuláriocoletar informações em campos organizados
Manualsistematizar orientações de uso ou procedimento

Um edital pode expor condições e prescrever condutas; um parecer pode expor antecedentes e argumentar; um relatório pode narrar etapas e descrever resultados.

Jornalísticos e opinativos

GêneroTraço decisivo
Notíciainformar acontecimento de interesse público
Reportagemaprofundar tema ou acontecimento com contexto e fontes
Entrevistaorganizar interação entre entrevistador e entrevistado
Editorialapresentar posição institucional do veículo
Artigo de opiniãodefender posição atribuída a autor identificado
Carta do leitorreagir a publicação ou tema no espaço do público
Chargecomentar criticamente contexto, geralmente de modo verbo-visual
Tirinhaorganizar breve sequência de quadros

Notícia é gênero, não sinônimo de “tipo narrativo”. Ela pode mobilizar narração ou exposição. Editorial e artigo de opinião tendem à argumentação, mas autoria, circulação e função ajudam a distinguir os gêneros.

Acadêmicos e avaliativos

  • verbete: define e sistematiza informações sobre uma entrada;
  • resumo acadêmico: condensa elementos centrais de um trabalho;
  • artigo científico: comunica pesquisa segundo convenções acadêmicas;
  • resenha crítica: apresenta uma obra e a avalia com fundamento.

Procedimentais, publicitários e digitais

Receita, tutorial e manual frequentemente mobilizam sequência injuntiva ou instrucional.

Na publicidade e na comunicação digital, a finalidade continua decisiva:

  • campanha institucional: informa e busca promover atitude de interesse coletivo;
  • publieditorial: cumpre finalidade promocional usando forma próxima da editorial ou jornalística;
  • FAQ: organiza dúvidas recorrentes em perguntas e respostas;
  • thread: encadeia postagens relacionadas sobre um tema;
  • notificação: apresenta alerta ou informação breve acionada por uma interface;
  • meme: retoma e transforma um modelo reconhecível para produzir novo efeito contextual;
  • convite: chama destinatários para evento e informa condições de participação.

Circular na internet não transforma “digital” em tipo textual.

6. Forma de um gênero, função de outro

Às vezes um texto usa a forma reconhecível de um gênero para cumprir a função de outro. Esse fenômeno é intergenericidade ou intertextualidade intergêneros.

Imagine um anúncio de curso organizado sob “Ingredientes” e “Modo de preparo”. Ele imita receita, mas apresenta benefícios e chama o leitor a se matricular. A forma de receita não apaga a finalidade publicitária.

Isso é diferente de heterogeneidade tipológica:

  • na heterogeneidade, um mesmo gênero combina várias sequências;
  • na intergenericidade, a forma de um gênero é mobilizada para realizar outro.

Quando forma e função apontarem em direções diferentes, não classifique apenas pela aparência. Verifique a ação comunicativa efetiva.

7. Método de resolução

  1. Leia o comando: ele pede gênero, tipo/sequência, domínio, suporte ou finalidade?
  2. Complete mentalmente: “este texto serve principalmente para…”.
  3. Observe a progressão: acontecimentos, caracterização, explicação, defesa de posição ou orientação?
  4. Se houver mistura, delimite a unidade: trecho local ou texto global.
  5. Confirme o gênero por finalidade, produtor, destinatário, circulação, composição e estilo.
  6. Elimine trocas de categoria: gênero não é tipo; domínio não é gênero; suporte não é gênero.
  7. Desconfie de automatismos: pretérito não garante narração; adjetivo não garante descrição; dados não garantem exposição; imperativo não é obrigatório para injunção.

No exemplo inicial, “edital”, “injunção”, “esfera administrativa” e “portal” podem ser quatro respostas verdadeiras sobre o mesmo material. A resposta correta é a que pertence à categoria pedida pela questão.

Referências

Referências e recorte

Consulta inicial das fontes eletrônicas: 11 de setembro de 2026; revalidação de programa, fundamentação e questões anteriores: 21 de setembro de 2026. Os exemplos didáticos são hipotéticos; as questões anteriores foram reescritas como adaptações e remetem às provas originais. A data de consulta não altera o corte do edital.

Programa do concurso

Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Maranhão e Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos. Edital nº 1 — Inspetor e Monitor, de 21 de julho de 2026. Cargo 1 — Inspetor de Polícia Penal, item 22.2.3, Língua Portuguesa, item 2: tipos e gêneros textuais. Documento oficial. O recorte permanece separado do item 1, já publicado como SEAP-U001; a retificação identificada em 24/09/2026 não alterou o programa.

Fundamentação

  • ROJO, Roxane. Gêneros e tipos textuais. Glossário do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita, Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. Verbete. Distingue tipos como construções teóricas de base linguística e gêneros como formas sociocomunicativas materializadas.
  • BEZERRA, Maria Auxiliadora. Sequências textuais. Mesmo glossário. Verbete. Sustenta a coexistência de sequências narrativas, descritivas, argumentativas, explicativas, injuntivas e dialogais dentro de um mesmo gênero e a noção de predominância.
  • ROJO, Roxane. Gêneros do discurso. Mesmo glossário. Verbete. Apoia o reconhecimento por forma composicional, tema, estilo e esfera de atividade.
  • GARCEZ, Lucília Helena do Carmo; CORRÊA, Vilma Reche (org.). Textos dissertativo-argumentativos: subsídios para qualificação de avaliadores. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira/Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos, 2017. Publicação institucional.
  • PINTO, Vera Maria Ramos. Intertextualidade intergêneros e heterogeneidade tipológica na argumentação publicitária. 2011. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem), Universidade Estadual de Londrina. Repositório institucional. O registro e o resumo institucionais distinguem intergenericidade — forma de um gênero empregada com função de outro — de heterogeneidade tipológica — coexistência de diferentes sequências no gênero.

Na revalidação de 21 set. 2026, os três verbetes do Glossário Ceale, a página institucional do Inep e o registro institucional da dissertação foram consultados. Não foi necessário alterar o modelo conceitual de C/H: as fontes sustentam a distinção entre gênero, tipo/sequência e a combinação de sequências adotada no material.

Questões anteriores verificadas

As três questões previous_exam são adaptações didáticas, não transcrições. Os enunciados e alternativas locais foram reescritos, preservando a habilidade central e a resposta da prova original; por isso usam revisão 2.

Questão localFonte originalCorrespondência e resposta
q094Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos — Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Administração do Distrito Federal, Auditor de Controle Interno — Finanças e Controle, 2022questão 4 — C; o caderno com justificativas classifica o texto como dissertativo-argumentativo
q103Fundação Getulio Vargas — Assembleia Legislativa do Amazonas, Analista Legislativo — Redator, 2025, Tipo 1questão 52 — D; o segmento das vacas é o narrativo e o gabarito definitivo confirma D
q117Fundação Getulio Vargas — Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, Analista de Gestão — Administração, Tipo 1questão 7 — A; o texto cita relatório do Ipea e pesquisador identificado, e o gabarito definitivo retificado confirma A

Fontes primárias:

Os três itens e respectivos gabaritos foram reconferidos textual e visualmente em 21 set. 2026. As adaptações locais mantêm a habilidade e a resposta, mas não reproduzem literalmente os textos ou alternativas das provas.

Proveniência desta cópia local

Esta unidade foi implantada por cópia local integral controlada do pacote físico publicado para a Polícia Civil do Maranhão em src/content/assuntos/pc-ma-2026-oficial-investigador/conhecimentos-gerais/lingua-portuguesa/tipos-generos-textuais/, relido integralmente antes da cópia. Na origem corrente da main: conteudo.md = 330dc4a33540ce03c8de090094def8793cd83b98; cheat-sheet.md = 75706c5da69996bb479ea57555a8041d0da8ffc0; questoes.json = 575a35441989f0df1ef6fb692eff8e91d8bfbdb8; referencias.md = 75fa2b1b1ad633f0948f1bb305374909e2f2ccfc.

A aderência integral decorre da coincidência do item “tipos e gêneros textuais”. Conteúdo e cheat sheet foram preservados; o conteúdo muda apenas a identidade persistida para seap-u002. O banco mantém as mesmas 21 questões, IDs, alternativas, gabaritos, explicações e valores de origin. Para cumprir o microglossário da campanha, apenas os textos renderizados de u002-a16, q094, q103 e q117 receberam <abbr> para abreviações institucionais/técnicas; as revisões dessas quatro questões foram incrementadas e questionSetRevision passou de 5 para 6. Não há resolucoes/*.md separadas neste pacote.

Histórico da origem PC-MA e adaptação local

Reaproveitamento parcial da biblioteca lingua-portuguesa/tipos-generos-textuais, já consumida por vínculos explícitos dos dois cargos do Tribunal de Contas do Maranhão. Origem no commit consultado.

Artefato doadorIdentificador de conteúdo
conteudo.mdd8e190ab478c1a69d8105f4f565c5e041263a128
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referencias.md1743065d88592b8a5d63992d21860560b0429550

A estrutura conceitual e os contrastes do conteúdo doador foram preservados, mas a aula foi condensada e reorganizada para o recorte da PC-MA. O banco local foi reconstruído: 18 questões autorais novas e 3 adaptações verificadas de provas anteriores, sem reproduzir os textos longos do conjunto doador. As questões anteriores do doador com rastreabilidade insuficiente para este aproveitamento, bem como transcrições desnecessariamente extensas, não foram copiadas. A origem canônica e seus consumidores não foram alterados.

O conjunto local usa questionSetRevision: 5; as três adaptações mantêm os IDs q094, q103 e q117 e o valor origin: previous_exam, com revisão 2 por alteração do enunciado e das alternativas. Não há resolução separada necessária: as explicações locais bastam para as questões selecionadas.

A inspeção de 21 set. 2026 trabalhou apenas o pacote físico local. Conteúdo e cheat sheet foram lidos integralmente e preservados sem alteração; as 21 questões foram examinadas quanto ao enunciado, alternativas, resposta e explicação. O canônico histórico e seus consumidores TCE permaneceram somente leitura.

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