Domínio da ortografia oficial

Grafia oficial da língua portuguesa, com aplicação do Acordo Ortográfico, emprego de letras, acentuação, hífen e dúvidas recorrentes de prova.

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Domínio da ortografia oficial

Compare as duas versões de uma mesma frase:

Na auto-avaliação, a equipe reviu as idéias sobre a compra de um microondas de 5 kgs.

Na autoavaliação, a equipe reviu as ideias sobre a compra de um micro-ondas de 5 kg.

As quatro correções não obedecem a uma única fórmula:

  • autoavaliação junta prefixo e palavra porque as vogais de contato são diferentes;
  • ideia perdeu o acento por ser paroxítona com ditongo aberto;
  • micro-ondas conserva o hífen porque há encontro da mesma vogal;
  • kg é símbolo técnico: não recebe ponto nem marca de plural.

Esse é o modelo mental do assunto. Ortografia oficial é um sistema de decisões. Algumas grafias podem ser deduzidas por regra; outras dependem do registro da palavra; outras ainda admitem variantes ou seguem uma convenção própria. Tentar resolver tudo “pelo som” ou por analogia é a origem de muitos erros.

O Acordo Ortográfico foi promulgado no Brasil pelo Decreto nº 6.583/2008. Depois do período de transição, encerrado em 31 de dezembro de 2015, a grafia decorrente do Acordo tornou-se a única oficial no país. Para saber como uma palavra está registrada na variedade brasileira, a referência é o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), da Academia Brasileira de Letras.

1. Antes de aplicar uma regra, descubra que tipo de dúvida existe

Há três situações principais.

  1. Regra produtiva. A estrutura permite deduzir a grafia: herói, autoescola, antirracista.
  2. Registro lexical. A forma foi consagrada pelo uso e precisa ser conhecida ou consultada: mexer, jiboia, paraquedas, para-brisa.
  3. Opção ou variante admitida. Mais de uma forma pode ser válida, mas isso não autoriza qualquer grafia semelhante: forma/fôrma, catorze/quatorze.

Na prova, identifique primeiro o fenômeno: acento, hífen, escolha de letras, maiúscula, apóstrofo ou redução. Só então aplique a regra adequada.

2. Acentuação: localize a sílaba tônica antes de procurar a regra

Acento gráfico e tonicidade não são a mesma coisa. Toda palavra com mais de uma sílaba tem uma sílaba tônica, mas apenas parte delas recebe sinal gráfico.

Use esta sequência:

  1. pronuncie a palavra e identifique a sílaba mais forte;
  2. classifique-a como oxítona, paroxítona ou proparoxítona;
  3. observe a terminação;
  4. verifique se há hiato ou ditongo relevante;
  5. confira se o Acordo suprimiu ou preservou o acento naquele caso.

2.1 Regras gerais por posição da sílaba tônica

Monossílabos tônicos terminados em a(s), e(s) ou o(s) recebem acento: , mês, nós. Também são acentuados os que contêm ditongos abertos éi, éu ou ói: réis, céu, dói.

Oxítonas recebem acento quando terminam em:

  • a(s), e(s) ou o(s): cajá, café, cipó, português;
  • em ou ens: também, parabéns;
  • ditongos abertos éi(s), éu(s) ou ói(s): papéis, chapéu, herói.

A maioria das paroxítonas não recebe acento. São acentuadas, entre outras, as terminadas em:

TerminaçãoExemplos
l, n, r, x, psfácil, hífen, caráter, tórax, bíceps
i(s), usjúri, lápis, vírus
um, unsálbum, álbuns
ã(s), ão(s)órfã, órgão, órgãos
ditongo oralhistória, série, móveis, existência

Todas as proparoxítonas são acentuadas: público, lâmpada, panorâmica, psicológica.

2.2 Paroxítona terminada em ditongo ou proparoxítona aparente?

Palavras como história, série, língua, mágoa e vácuo admitem duas descrições recorrentes:

  • na análise escolar brasileira mais comum, são paroxítonas terminadas em ditongo crescente;
  • o texto do Acordo também as inclui entre as proparoxítonas aparentes, porque a sequência vocálica final pode ser pronunciada como hiato.

A grafia não muda. Em questão que compare palavras ou regras, observe qual análise o enunciado adotou e se ela foi aplicada de modo coerente.

2.3 Hiatos com i e u

Em regra, i e u recebem acento quando:

  • são tônicos;
  • vêm depois de outra vogal;
  • ficam sozinhos na sílaba ou acompanhados apenas de s.

Assim se explicam país, saída, baú, raízes e juízes.

O acento não aparece quando alguma condição falha:

  • antes de nh: rainha, moinho;
  • quando i ou u divide a sílaba com outra consoante: juiz, raiz, ruim;
  • em paroxítona, depois de ditongo: feiura, baiuca.

Compare juiz e juízes: em juiz, o i fica na mesma sílaba do z; em juízes, o i fica sozinho na sílaba tônica. A restrição depois de ditongo vale para paroxítonas; por isso oxítonas como Piauí, teiú e tuiuiú mantêm o acento.

2.4 O que o Acordo retirou

SituaçãoGrafia vigenteContraste que evita erro
ei e oi abertos em paroxítonasideia, assembleia, heroico, jiboiaoxítonas mantêm: papéis, herói
sequência oovoo, enjoonão se escrevem vôo, enjôo
sequência eemcreem, deem, leem, veemnão se escrevem crêem, dêem, lêem, vêem
i ou u tônico de paroxítona depois de ditongofeiura, baiucaoxítonas como Piauí mantêm o acento

Também foram abolidos antigos acentos diferenciais em formas como para, pela(s), pelo(s) e polo(s). As grafias pára, pêlo e pólo não pertencem ao padrão vigente.

2.5 Acentos que distinguem formas

Permanecem obrigatórios:

  • pôde (pretérito) × pode (presente);
  • pôr (verbo) × por (preposição);
  • tem × têm e vem × vêm, para singular e plural;
  • mantém × mantêm, intervém × intervêm e formas semelhantes.

O Acordo admite acento facultativo em situações delimitadas, como forma/fôrma e demos/dêmos. Facultativo significa permitido, não obrigatório.

2.6 Formas verbais com u e trema

Nas formas rizotônicas de arguir e redarguir, não se acentua o u: arguo, arguis, argui, arguem; argua, arguas, arguam.

Em verbos como averiguar e enxaguar, a grafia acompanha duas pronúncias cultas admitidas:

  • averiguo, averigua, averigue ou averíguo, averígua, averígue;
  • enxaguo, enxagua, enxague ou enxáguo, enxágua, enxágue.

O trema foi suprimido em palavras portuguesas e aportuguesadas: aguentar, linguiça, tranquilo, frequente, consequência, sequestro. Sua retirada não tornou o u necessariamente mudo. Nomes próprios estrangeiros e seus derivados podem conservar o sinal: Müller, mülleriano.

2.7 A palavra derivada precisa ser analisada de novo

Não copie mecanicamente o acento da palavra-base. O acréscimo de sufixo pode deslocar a tonicidade:

  • paíspaisinho;
  • avôavozinho;
  • técnicatecnicazinha.

A escrita do encontro entre base e sufixo também precisa ser preservada: paipaizinho, mas raizraizinha. A semelhança sonora não autoriza trocar s por z.

3. Hífen: descubra primeiro que tipo de união existe

O hífen aparece em fenômenos diferentes. Antes de consultar uma regra, pergunte se há:

  • prefixo ligado a uma base: anti-inflamatório;
  • palavra composta: guarda-chuva;
  • locução: fim de semana;
  • verbo ligado a pronome: entregou-lhe;
  • encadeamento ocasional: ponte Rio-Niterói.

Misturar essas categorias produz falsas analogias. A grafia de autoescola, por exemplo, não decide a de alto-mar.

3.1 Prefixo terminado em vogal

Observe a primeira letra do segundo elemento.

EncontroResultado geralExemplos
mesma vogalhífenanti-inflamatório, micro-ondas, contra-ataque
vogais diferentesjunçãoantiaéreo, autoescola, autoavaliação, infraestrutura, semiaberto
r ou sjunção e duplicaçãoantirracista, antissocial, contrarregra, minissaia, ultrassom
hhífenanti-higiênico

A duplicação de r ou s pressupõe prefixo terminado em vogal. Por isso se escreve ultrassom, mas hipersensibilidade: em hiper-, o prefixo já termina em consoante.

3.2 Elementos com comportamento próprio

A regra da mesma vogal tem exceções importantes:

  • co- aglutina-se: coobrigação, cooperação, coordenar, coexistir;
  • re- aglutina-se: reeleição, reescrever, reabilitar;
  • pre- átono aglutina-se: preexistente, preestabelecido.

Não confunda pre- átono com pré- tônico: preexistente, mas pré-escolar.

Empregam hífen, entre outros:

  • ex-, no sentido de estado anterior, vice- e sem-: ex-presidente, vice-presidente, sem-terra;
  • além-, aquém- e recém-: além-mar, recém-nascido;
  • pré-, pós- e pró-, quando tônicos: pré-escolar, pós-graduação, pró-reitor;
  • pan- e circum- antes de vogal, m ou n: pan-americano, circum-navegação;
  • hiper-, inter- e super- antes de r: hiper-realista, inter-racial, super-resistente.

Quando um prefixo terminado em consoante encontra a mesma consoante no início da base, o hífen geralmente separa as duas: inter-regional, super-resistente, sub-base. Com consoantes diferentes, em regra há junção: intermunicipal, hipersensibilidade.

Há ainda aglutinações consagradas em que o h desaparece, como desumano, inumano, reaver e reabilitar.

3.3 Bem, mal e formas lexicalizadas

Não trate bem e mal como espelhos perfeitos.

  • formas hifenizadas: bem-estar, bem-humorado, bem-vindo, mal-estar, mal-humorado;
  • formas aglutinadas registradas: benfeito, benfeitor, malcriado, malfeito;
  • combinação sintática livre: o trabalho foi bem feito ou foi mal feito.

Também se encontra o adjetivo composto bem-feito. A função na frase e o registro lexical distinguem bem-feito de bem feito; não escolha apenas pelo som.

3.4 Compostos e palavras aglutinadas

Compostos em que os elementos mantêm identidade própria costumam conservar hífen: arco-íris, guarda-chuva, segunda-feira, alto-mar.

Algumas formações perderam a percepção de composição e se escrevem juntas: paraquedas, paraquedista, girassol, pontapé, passatempo.

Esse processo é lexical, não uma regra que possa ser estendida por semelhança. O registro distingue:

  • paraquedas e paraquedista;
  • para-brisa, para-choque e para-lama.

3.5 Locuções, espécies e pronomes

Locuções são, em regra, escritas sem hífen:

  • fim de semana, sala de jantar;
  • cor de vinho;
  • dia a dia, à vontade, depois de amanhã;
  • a fim de, acerca de, ao passo que.

O Acordo preserva algumas locuções consagradas, entre elas água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará e à queima-roupa.

Compostos que designam espécies botânicas ou zoológicas recebem hífen, mesmo com elemento de ligação: erva-doce, cobra-d'água, bem-te-vi.

Na ênclise e na mesóclise, o pronome liga-se ao verbo por hífen: entregou-lhe, fazê-lo, dar-se-á, dir-lhe-ia. Em fazê-lo, o verbo perde o r, mas conserva a tonicidade; a forma resultante é oxítona terminada em e.

4. Emprego de letras: use padrões sem inventar uma regra universal

A relação entre som e escrita não é biunívoca. O mesmo som pode ser representado por letras diferentes, e a mesma letra pode representar sons diferentes. Por isso, famílias e sufixos ajudam, mas o VOLP decide os casos lexicais.

4.1 Alfabeto, cedilha e nasalidade

O alfabeto português tem 26 letras, inclusive k, w e y. O ç é o c com cedilha, não uma 27ª letra, e não inicia palavra portuguesa.

Antes de p e b, a nasalidade costuma ser representada por m: campo, tempo, também, embora. Diante das demais consoantes, emprega-se normalmente n: canto, enfeite, enfim.

Entre vogais, rr conserva o som forte de r, e ss, o som surdo de s:

  • caro × carro;
  • casa × massa;
  • presa × pressa.

4.2 O h e as famílias de palavras

O h inicial é mantido por tradição e registro: haver, hoje, homem, humano. Em palavras derivadas ou prefixadas, observe a família e a formação: anti-higiênico, mas desumano; habilitar, mas reabilitar.

As famílias ajudam quando a relação é real:

  • análiseanalisar;
  • pesquisapesquisar;
  • lojalojista;
  • laranjalaranjeira.

Não crie uma família por mera semelhança sonora.

4.3 Sufixos que reduzem a memorização

Alguns padrões são produtivos:

  • substantivos abstratos em -ez ou -eza: rígidorigidez, escassoescassez, claroclareza, friofrieza;
  • verbos formados com o sufixo -izar: fiscalizar, padronizar, legalizar;
  • quando o s já pertence à base, ele permanece: análiseanalisar, pesquisapesquisar, paralisiaparalisar;
  • femininos e derivados como duquesa, princesa e portuguesa escrevem-se com s.

Esses padrões não explicam toda escolha entre s, z, c, ç e ss. Empresa, por exemplo, não deve ser reconstruída por analogia com riqueza.

4.4 Grafias que dependem do léxico e do sentido

Não há fórmula única para x/ch, g/j, e/i ou todas as representações do som de s. Compare formas registradas:

  • enxofre, mexer, xícara, mas chave, flecha, agachar;
  • gengiva, geringonça, mas jeito, jiboia, lojista;
  • privilégio, reivindicar, adolescente, companhia, muçulmano.

Pares de palavras corretas exigem atenção ao sentido:

FormasDistinção essencial
sessão / seção / cessãoreunião ou período / divisão / ato de ceder
descrição / discriçãoato de descrever / reserva, recato
ratificar / retificarconfirmar / corrigir
mandado / mandatoordem / período ou poder conferido
eminente / iminentedestacado / prestes a ocorrer
infringir / infligirviolar / aplicar pena ou castigo
tráfego / tráficocirculação / comércio ilícito
cumprimento / comprimentosaudação ou execução / extensão

Não há “forma certa” isoladamente nesses pares. Retificar o parecer é corrigi-lo; ratificar o parecer é confirmá-lo.

4.5 Os quatro porquês

A grafia depende da função e da posição:

  • por que: em pergunta direta ou indireta — Por que o prazo mudou?, Não sei por que o prazo mudou. — e quando equivale a pelo qual: o motivo por que recorreu;
  • porque: em resposta, explicação ou causa — O prazo mudou porque houve recurso.;
  • por quê: tem os mesmos usos interrogativos de por que, mas aparece antes de pausa ou pontuação — O prazo mudou por quê?;
  • porquê: é substantivo, equivale a motivo e costuma vir com determinante — Ninguém explicou o porquê da mudança.

A pergunta curta Por que eu? usa duas palavras porque a expressão introduz a razão interrogada; só haveria acento se estivesse no fim: Eu fui escolhido por quê?

5. Maiúsculas, apóstrofo, siglas e símbolos também são ortografia

5.1 Maiúsculas e minúsculas

Usa-se minúscula, em regra, em:

  • dias, meses e estações: segunda-feira, julho, primavera;
  • idiomas e povos: português, brasileiros;
  • pontos cardeais em sentido comum: ao norte do Maranhão;
  • cargos em emprego comum: presidente, ministro, diretor.

Usa-se maiúscula em nomes próprios, nomes oficiais de instituições, siglas, regiões tratadas como nomes próprios (Nordeste) e períodos históricos (Idade Média, Renascimento).

O Acordo admite opção em certos usos, como nomes de disciplinas (português/Português) e empregos reverenciais ou hierárquicos. Em documento institucional, siga o padrão editorial adotado; não transforme uma preferência de estilo em regra ortográfica universal.

5.2 Apóstrofo e contração

O apóstrofo tem uso restrito. Pode preservar a integridade de um título iniciado por artigo (d'Os Lusíadas), marcar elisão tradicional (Sant'Ana) ou integrar certos compostos (mãe-d'água, cobra-d'água).

Não substitui contrações comuns: escrevem-se do, dele, deste, numa, e não d'ele, d'este, n'uma no uso corrente.

Quando o artigo introduz o sujeito de um infinitivo, a separação pode ser necessária para tornar a estrutura visível:

Apesar de o servidor ter chegado cedo, a reunião foi adiada.

Aqui, o servidor é sujeito de ter chegado; por isso não se contrai de + o.

5.3 Abreviaturas, siglas e símbolos

Essas reduções não seguem a mesma convenção.

CategoriaComportamentoExemplos
abreviaturanormalmente recebe ponto abreviativoSr., pág., etc.
siglanormalmente se escreve sem pontosONU, IBGE, TCE
plural de siglapode receber s minúsculo, sem apóstrofoPMs, UPPs
símbolo técniconão recebe ponto nem flexão de plural; respeita maiúsculas e minúsculas convencionadaskg, km, kW

Se etc. encerrar a frase, seu ponto também funciona como ponto final: não se escreve etc...

Em símbolos, escreva 5 kg, 10 km e 20 kW, com a forma invariável. Em siglas e nomes reduzidos de instituições, preserve a grafia oficial: CNPq, UnB, Petrobras. As siglas das unidades da Federação também são formas fixas: MA, AL, AM, BA, PE.

6. Variantes não são licença para improvisar

O Acordo preserva variantes relacionadas a pronúncias cultas diferentes nas comunidades lusófonas, como acadêmico/académico e recepção/receção. No Brasil, também coexistem formas registradas como catorze e quatorze.

Em prova brasileira, faça duas perguntas:

  1. a forma é admitida pela norma?
  2. ela está registrada ou é corrente na variedade brasileira?

O VOLP ajuda a separar variante verdadeira de erro criado por analogia. A existência de catorze e quatorze, por exemplo, não torna facultativa qualquer troca de letras em outra palavra.

7. Como resolver uma questão sem testar regras ao acaso

Retome a frase inicial e trate cada palavra como um problema separado:

Na auto-avaliação, a equipe reviu as idéias sobre a compra de um microondas de 5 kgs.

  1. auto-avaliação: é prefixação; auto- termina em o e avaliação começa em a. Vogais diferentes se unem: autoavaliação.
  2. idéias: é acentuação; a palavra é paroxítona com ditongo aberto ei. O Acordo suprimiu esse acento: ideias.
  3. microondas: é prefixação; micro- termina em o e ondas começa em o. A mesma vogal pede hífen: micro-ondas.
  4. kgs.: é símbolo técnico. Não há ponto nem plural: kg.

Em qualquer alternativa:

  • identifique o fenômeno de cada forma;
  • aplique a regra inteira, não apenas uma palavra-chave;
  • procure exceção, faculdade ou registro lexical;
  • confira todos os itens da opção, porque uma única grafia errada invalida o conjunto;
  • quando a regra não decidir, não invente: consulte o VOLP.
Referências
  • CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISA EM AVALIAÇÃO E SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CEBRASPE). Edital nº 1 — TCE/MA, de 6 de julho de 2026. Programa de Língua Portuguesa. Disponível no edital do TCE/MA no Cebraspe (PDF). Acesso em: 5 set. 2026.
  • BRASIL. Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008. Promulga o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Disponível em Planalto — Decreto nº 6.583/2008. Acesso em: 5 set. 2026.
  • BRASIL. Decreto nº 7.875, de 27 de dezembro de 2012. Altera o período de transição para implementação do Acordo Ortográfico. Disponível em Planalto — Decreto nº 7.875/2012. Acesso em: 5 set. 2026.
  • ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa — edição digital 2025–2026. Disponível em VOLP. Acesso em: 5 set. 2026.
  • BECHARA, Evanildo. Empregos do hífen após o Acordo Ortográfico. Academia Brasileira de Letras, 1º fev. 2009. Disponível em Academia Brasileira de Letras. Acesso em: 5 set. 2026.
  • ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Reduções. Disponível em Academia Brasileira de Letras. Acesso em: 5 set. 2026.
  • BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Manual de Redação da Presidência da República. 3. ed. Brasília: Presidência da República, 2018. Disponível em Planalto (PDF). Acesso em: 5 set. 2026.
  • INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA (INMETRO). Sistema Internacional de Unidades — SI. 2. ed. da tradução luso-brasileira da 9. ed. do BIPM. 2025. Disponível em Inmetro (PDF). Acesso em: 5 set. 2026.
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