13. Concordância verbal e nominal

Concordância verbal e nominal por núcleo, sujeito, impessoalidade, voz, quantificação, predicativos e reescrita.

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Concordância verbal e nominal

1. Quem controla a forma?

Compare os exemplos hipotéticos:

O conjunto de laudos chegou.
Os laudos chegaram.

Em ambos há ideia de pluralidade, mas a concordância não segue apenas o sentido geral. No primeiro, o verbo se relaciona com conjunto; no segundo, com laudos. O ponto de partida é localizar o núcleo do termo com que a palavra variável se relaciona.

Concordância verbal ajusta o verbo ao sujeito em pessoa e número. Concordância nominal ajusta artigos, pronomes, numerais, adjetivos e particípios aos nomes com que se relacionam em gênero e número.

A pergunta de prova, portanto, não deve começar pela terminação da palavra. Comece pela estrutura:

  1. qual é o sujeito ou o nome controlador?
  2. qual é seu núcleo?
  3. existe uma construção especial que altera a regra regular?
  4. a reescrita mudou o controlador ou apenas a ordem das palavras?

As unidades anteriores já ensinaram sujeito, predicação e subordinação. Aqui esses conceitos entram como ferramentas; regência pertence à unidade seguinte.

2. Concordância verbal: a regra regular e o núcleo do sujeito

2.1 Sujeito simples

A relação dos processos pendentes foi atualizada.

O sujeito completo é A relação dos processos pendentes, mas o núcleo é relação, singular. O plural de processos está dentro de um termo preposicionado e não controla o verbo.

A distância também não altera a regra:

A relação dos processos que chegaram ontem foi atualizada.

O verbo chegaram pertence à oração relativa e se relaciona com processos. O verbo foi pertence à oração principal e se relaciona com relação. Cada verbo deve ser analisado em sua própria estrutura.

2.2 Sujeito depois do verbo

Chegaram os dois laudos.

A posição posterior não transforma o sujeito em objeto. O verbo continua concordando com os dois laudos.

Em sujeito composto posposto, há mais de uma possibilidade reconhecida:

Chegaram o laudo e a planilha.
Chegou o laudo e a planilha.

O plural apresenta os núcleos como conjunto; a concordância com o núcleo mais próximo é uma atração admitida quando o sujeito composto vem depois do verbo. Não transforme essa possibilidade em regra para qualquer sujeito.

3. Sujeitos compostos e pessoas gramaticais

Com sujeito composto anteposto, a regra geral é o plural:

O laudo e a planilha chegaram.

Se houver primeira pessoa entre os núcleos, prevalece a primeira pessoa do plural:

Eu e os demais investigadores revisamos os autos.

A coordenação nem sempre representa referentes independentes. Em “O autor e relator apresentou o voto”, um único determinante e o contexto podem apresentar as duas funções como pertencentes à mesma pessoa. Se o texto constrói dois referentes, a leitura e a concordância mudam.

Também há construções em que a enumeração é resumida por um pronome:

Prazos, custos e riscos, tudo foi examinado.

O pronome tudo resume a enumeração e controla o singular.

Com ou, observe o sentido. Se apenas um núcleo pode realizar o fato, o singular é natural: “O diretor ou o substituto assinará o documento”. Se os núcleos são apresentados como possibilidades que podem conjuntamente satisfazer a afirmação, o plural pode surgir: “Falha técnica ou erro humano podem explicar o resultado”.

4. Relativos, sujeito oracional e pronomes de tratamento

4.1 que e quem

Fui eu que revisei o relatório.

Com o relativo que exercendo a função de sujeito, o verbo acompanha o antecedente: eu que revisei, nós que revisamos.

Fui eu quem revisou o relatório.

Com quem, a terceira pessoa do singular é a construção regular:

Fui eu quem revisou o relatório.

Quando há antecedente pessoal expresso, também se admite concordância com esse antecedente: Fui eu quem revisei. Já sem antecedente expresso, como em Quem revisou os autos?, o verbo fica na terceira pessoa do singular. Portanto, antes de aplicar uma regra mecânica, identifique se quem retoma um antecedente ou funciona sozinho.

Outra armadilha frequente aparece em um dos que:

Ela foi uma das servidoras que participaram da conferência.

Na redação formal, o plural é a solução preferencial porque a relativa caracteriza o conjunto das servidoras. Há registro de singular mais raro em gramáticas descritivas; em prova normativa, o plural é a escolha mais segura quando a questão não fornece contexto especial.

4.2 Quando uma oração inteira é sujeito

É necessário que os dados sejam conferidos.

O bloco que os dados sejam conferidos é um sujeito oracional. A oração como unidade leva a forma principal ao singular: é necessário, convém, basta, conforme a construção.

4.3 Pronomes de tratamento

Pronomes como Vossa Excelência exigem terceira pessoa gramatical:

Vossa Excelência decidiu.
Vossas Excelências decidiram.

A pessoa a quem se fala não muda a pessoa gramatical do verbo.

5. Quantidade: coletivo, partitivo, porcentagem e fração

Expressões quantitativas exigem atenção porque podem oferecer mais de um centro de concordância.

5.1 Partitivas

A maioria dos candidatos compareceu.
A maioria dos candidatos compareceram.

Com expressões como a maioria de, grande parte de e metade de, a norma registra concordância com o núcleo singular da expressão ou, em muitos contextos, com o nome plural especificador. A primeira destaca o conjunto; a segunda, seus integrantes.

Não confunda essa variação delimitada com licença geral para concordar com qualquer plural próximo.

5.2 Porcentagem e frações

1% da amostra foi descartado.
30% dos laudos foram revisados.
Um terço do material foi analisado.
Dois terços do material foram analisados.

O numeral e a forma da expressão quantitativa são decisivos. Determinantes e o termo especificador também podem influenciar construções admitidas; por isso a leitura deve considerar o sintagma completo, não apenas o símbolo %.

No padrão editorial do Senado, quando a porcentagem vem antes do verbo e há termo especificador, prefere-se a concordância com esse termo, embora a concordância com o numeral também possa ser admitida: 1% das próteses pode/podem sofrer ruptura. Se o percentual estiver determinado por artigo, pronome ou adjetivo — esses 30% —, a concordância acompanha o número. Trate essa orientação como convenção editorial documentada, não como fórmula universal para qualquer fonte.

5.3 mais de um

Em regra:

Mais de um candidato faltou.

O plural pode aparecer quando a própria construção exprime reciprocidade ou repetição de participantes, mas não se deve pluralizar automaticamente só porque a expressão se refere a mais de uma pessoa.

6. Verbos impessoais: quando não há sujeito para concordar

6.1 haver com sentido de existir ou ocorrer

Havia indícios no arquivo.
Deve haver indícios no arquivo.

Nesse uso, haver é impessoal. O termo plural não é sujeito, e a impessoalidade alcança a locução verbal: deve haver, não devem haver.

Compare:

Existiam indícios no arquivo.
Ocorreram falhas na transmissão.

Existir e ocorrer têm sujeito e concordam normalmente.

6.2 fazer em tempo decorrido e fenômeno meteorológico

Faz dois anos que o sistema mudou.
Vai fazer dois anos que o sistema mudou.

Nesses valores, fazer também é impessoal. O mesmo raciocínio vale para fenômenos meteorológicos em uso literal: “Fez dias muito quentes”.

6.3 ser em horas

É uma hora.
São duas horas.

Aqui o verbo ser acompanha a expressão numérica. Não transporte para ele, sem análise, a invariabilidade de haver e fazer.

7. O se: passiva ou indeterminação?

Compare:

Vendem-se equipamentos.
Precisa-se de equipamentos.

Na primeira, equipamentos pode ser lido como aquilo que é vendido. A construção é passiva sintética: singular com sujeito singular, plural com sujeito plural.

Na segunda, de equipamentos é complemento preposicionado de precisar. O se funciona como índice de indeterminação do sujeito, e o verbo fica na terceira pessoa do singular.

Teste útil:

Equipamentos são vendidos. ✓
De equipamentos são precisados. ✗

O teste da passiva ajuda, mas a decisão depende também da transitividade e do sentido do verbo.

8. Infinitivo: quando flexionar?

Compare:

É importante revisarmos os autos antes do envio.
Os investigadores devem revisar os autos.

No primeiro caso, o infinitivo tem sujeito próprio expresso pela flexão: nós revisarmos. No segundo, devem revisar forma uma locução verbal com o mesmo sujeito; a flexão do infinitivo não é exigida.

A flexão pode ainda ser usada para tornar explícita a mudança ou autonomia do sujeito:

O delegado pediu aos agentes para revisarem os autos.

Não conte palavras entre os verbos. Pergunte se o infinitivo tem sujeito próprio e qual relação mantém com o verbo anterior.

9. Concordância nominal: qual nome recebe a característica?

9.1 Um nome, um controlador

prova documental válida
laudos periciais completos

Artigos, pronomes, numerais e adjetivos acompanham o nome a que se referem.

9.2 Mais de um nome

Quando um adjetivo se refere a nomes de gêneros diferentes e vem depois deles, o plural masculino é a solução geral:

O laudo e a planilha estavam revisados.

Aqui revisados é predicativo do sujeito composto.

Em função de adjunto, posição e alcance podem abrir outras soluções, inclusive concordância com o nome mais próximo em certos contextos. A banca costuma explorar a diferença entre “o adjetivo caracteriza só o último nome” e “o adjetivo caracteriza todo o conjunto”. Leia o sentido antes de escolher a forma.

9.3 Particípio em voz passiva

As provas foram encaminhadas.
O relatório foi encaminhado.

O particípio da passiva concorda com o sujeito. Isso é diferente de tempos compostos com ter ou haver, em que o particípio normalmente permanece invariável: “As equipes tinham encaminhado os documentos”.

10. Palavras que mudam de comportamento

A mesma forma pode variar ou não conforme a função.

meio

Ela estava meio cansada.
Leu meia página.

Como advérbio, meio = “um pouco” e fica invariável. Como numeral/adjetivo, flexiona.

bastante

Havia bastantes indícios.
Os indícios eram bastante claros.

No primeiro, equivale a muitos e acompanha o nome. No segundo, intensifica o adjetivo e é advérbio invariável.

só, mesmo, menos

Os agentes ficaram sós.
Os agentes só conferiram os anexos.
Elas mesmas revisaram o texto.
Havia menos falhas.

Sós = sozinhos e varia; só = somente e não varia. Mesmo varia quando reforça um nome ou pronome (elas mesmas). Menos é invariável.

anexo, quite, obrigado

Seguem anexos os documentos.
Os documentos seguem em anexo.
Os servidores estão quites.
A candidata disse: “Obrigada”.

Anexo adjetivo varia; a locução em anexo é invariável. Quite acompanha o termo a que se refere. Obrigado/obrigada acompanha quem profere o agradecimento.

11. é proibido, é necessário e determinação do nome

Compare:

É proibido entrada sem identificação.
É proibida a entrada sem identificação.
É necessário cautela.
É necessária a cautela.

Quando o substantivo aparece de forma genérica, sem determinante, a expressão pode permanecer invariável no masculino singular. Com artigo ou outro determinante que individualiza o nome, faz-se a concordância nominal.

Não transforme isso em regra para toda expressão com ser + adjetivo: a estrutura concreta e o grau de determinação do nome importam.

12. Reescrita: preserve o controlador

Questões de reescrita frequentemente mudam a ordem e tentam induzir uma concordância pela palavra mais próxima.

Use este roteiro:

  1. localize cada verbo e seu sujeito;
  2. identifique o núcleo do sujeito;
  3. verifique se há sujeito composto, relativo, quantidade ou oração-sujeito;
  4. teste se haver ou fazer é impessoal;
  5. com se, diferencie passiva de indeterminação;
  6. no grupo nominal, identifique exatamente qual nome o adjetivo caracteriza;
  7. só depois compare a forma flexionada.

Em “A lista dos documentos foi enviada”, trocar lista por documentos exige “Os documentos foram enviados”. A mudança relevante não é a proximidade de uma palavra plural: é a troca do núcleo controlador.

Concordância é relação estrutural. Terminação, distância e quantidade de palavras são pistas; não substituem a análise.

Referências

Referências — Concordância verbal e nominal

Recorte e proveniência

Fontes materiais reconsultadas em 26 de setembro de 2026. Esta unidade cobre o item 5.5 — Concordância verbal e nominal de Língua Portuguesa do Cargo 1 — Inspetor de Polícia Penal.

  • SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA DO MARANHÃO; CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISA EM AVALIAÇÃO E SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS. Edital nº 1 — SEAP/MA — Inspetor e Monitor, de 21 de julho de 2026. Item 22.2.3, Língua Portuguesa, item 5.5, página 68 do arquivo: “Concordância verbal e nominal”. Documento oficial. A consulta pública dirigida de 26/09/2026 não localizou ato posterior alterando este programa; a reconsulta global de atos permanece em SEAP-F03.
  • A consolidação SEAP-P01 já incorpora o Edital nº 2, de 24/09/2026, nos efeitos de cronograma identificados, sem alteração programática registrada para este recorte.

Gramática e orientação institucional

  • SENADO FEDERAL. Manual de Comunicação — Concordância verbal. Regra geral de concordância com o sujeito; partitivas; um dos que; relativos que e quem; pronomes de tratamento; verbos impessoais; sujeito composto e construções com se. Manual institucional, reconsultado em 26/09/2026.
  • SENADO FEDERAL. Manual de Comunicação — Infinitivo flexionado. Sujeitos diferentes, mesmo sujeito, locuções verbais e construções preposicionadas. Manual institucional, reconsultado em 26/09/2026.
  • SENADO FEDERAL. Manual de Comunicação — Porcentagem. Concordância com percentual, termo especificador e percentual determinado. Manual institucional, reconsultado em 26/09/2026. As preferências do manual são apresentadas no conteúdo como orientação editorial, não como regra universal para toda fonte.
  • LEXIKON / AULETE. Gramática Básica da Língua Portuguesa. Concordância verbal, concordância nominal e formas nominais do verbo. Fontes do pacote doador para sujeitos simples/compostos, concordância nominal, infinitivo e particípio.
  • CARLA MARQUES. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa. Concordância do verbo (4), 8 nov. 2022. Variação delimitada em partitivas e coletivos especificados.
  • CARLOS ROCHA. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa. A concordância verbal com expressões partitivas, 17 abr. 2017.
  • PAULO ROBERTO RIBEIRO. Universidade Federal de Lavras. Concordância nominal — é proibido, é preciso, 18 abr. 2016.

Questões anteriores revalidadas em 26/09/2026

As três questões locais com origin: previous_exam são adaptações não literais. O conteúdo local preserva o fenômeno cobrado, mas não reproduz integralmente os itens originais.

Questão localProva originalFenômeno e conferência
q3539Fundação Getulio Vargas — Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Técnico em Radiologia/Radioterapia, Tipo 1, 2025, questão 7meio adverbial invariável; original C, local C
q3540Fundação Getulio Vargas — Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer do Rio Grande do Norte, Professor de Língua Portuguesa, Tipo 1, questão 8quem sem antecedente expresso e verbo no singular; original B, local B
q3543Fundação Getulio Vargas — Câmara dos Deputados, Analista Legislativo — Técnico em Material e Patrimônio, Tipo 1, 2023, questão 2haver impessoal, existir com sujeito e sujeito oracional de custar; original A, local A

Fontes primárias:

Proveniência, adequação integral e fronteiras

  • Unidade e destino: SEAP-U013, identidade seap-u013, ordem 13, destino src/content/assuntos/seap-ma-2026-inspetor-policia-penal/conhecimentos-gerais/lingua-portuguesa/concordancia-verbal-nominal/.
  • Origem imediata: pacote físico/local da PC-MA em src/content/assuntos/pc-ma-2026-oficial-investigador/conhecimentos-gerais/lingua-portuguesa/concordancia-verbal-nominal/, sem vinculo.json. Blobs auditados antes da cópia: C 2755e9d8af94197d3921b91a785a0f47244b7db2, H c16b9d072320d5ee7518712072dd272a3ed504ee, Q 647ad7fdd4cfa4ee1e87afe9b70bccd000fb15ca, R 3e3fbd60a500f413c84ead24ccebf72a977a3190.
  • Histórico comparativo: o pacote físico foi preparado por reaproveitamento parcial do canônico src/content/biblioteca/lingua-portuguesa/concordancia-verbal-nominal/. Na main atual, o canônico está nos blobs C 9a522e0f4de63fdb5aa4842b0fc8795a7674f99a, H 453fb4eb9df3a6717a4f4b6adb3b2b0dfa6b9848, Q 25c832848d44c7f90d9e0ea7b38db04bcf1fa32f e R d9f96b27da0a6d9cfa8d5ccb152e19f2e5924a4b, consumido por vínculos explícitos de TCE-MA Analista Administração e TCE-MA Técnico Administrativo, ambos ordem 12. Biblioteca e consumidores permanecem somente leitura.
  • Classificação SEAP-R02: integral/local em relação ao pacote físico PC-MA. O item 5.5 da Secretaria coincide com o recorte local, e a dependência U009 está concluída. Não se cria vinculo.json para a visão SEAP porque o pacote físico recortado — não o canônico mais amplo — é a origem integral escolhida.
  • Revisão pedagógica: conteudo.md foi lido integralmente. A abertura ensina a localizar o controlador antes da terminação; depois progride por núcleo do sujeito, sujeitos compostos, relativos e sujeito oracional, quantidades, impessoais, se, infinitivo, concordância nominal e formas recorrentes, fechando com reescrita. As nuances admitidas são apresentadas como variação delimitada, não como concordância livre. A fronteira com regência permanece explícita e U014 não é antecipada em profundidade. Não foi identificado ganho proporcional em expandir ou reorganizar C/H.
  • Adaptação material: C muda somente storageId: pc-u013 → storageId: seap-u013; H permanece byte a byte idêntico. Q mantém 24 questões — 21 autorais e três adaptações verificadas —, sem mudança de enunciado, alternativas, gabaritos ou origin. Apenas as explicações das três adaptações recebem microglossário institucional: q3539 revisão 2→3, q3540 3→4, q3543 2→3; questionSetRevision 6→7. Não há resolucoes/*.md separadas necessárias.
  • Corte e consumidores: a matéria é gramatical e não contém regra legislativa ou jurisprudencial cuja vigência altere as categorias ensinadas. A origem física PC-MA permanece intacta; a nova visão local atende exclusivamente ao Cargo 1 da Secretaria. Nenhuma campanha alheia, origem canônica, schema, catálogo ou grupo é alterado.
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