Formações vegetais do Maranhão: floresta, Cerrado e cocais
Mapa espacial mínimo
- Oeste/noroeste: formações florestais amazônicas, sobretudo ombrófilas em setores mais úmidos.
- Centro-norte: transições e cocais; babaçu é âncora importante, sem limite rígido.
- Centro-sul/leste: Cerrado em grande expressão; no extremo leste há contatos com formações mais secas.
- Clima condiciona a disponibilidade de água, mas solo, drenagem, relevo, fogo, sucessão e uso histórico também contam.
Bioma, formação e cobertura não se substituem
| Nível | Como decidir |
|---|---|
| Bioma | Grandes conjuntos IBGE: Amazônia, Cerrado e Caatinga no estado, além do sistema costeiro-marinho. Mata dos Cocais não é bioma continental oficial. |
| Formação vegetal | Floresta Ombrófila Densa ou Aberta (mais úmidas); florestas estacionais (perda sazonal de folhas); Savana/Cerrado de maior a menor densidade lenhosa; cocais de palmeiras na transição. |
| Cobertura/uso atual | Vegetação observada pode ser secundária: babaçu nativo pode proliferar após alteração florestal. Paisagem de cocais não prova mata primária intacta. |
Na legenda fitogeográfica, Savana Florestada ≈ cerradão, Arborizada ≈ cerrado típico, Parque ≈ campo sujo e Gramíneo-Lenhosa ≈ campo limpo são aproximações didáticas, não equivalências taxonômicas universais. Babaçu aparece como âncora do centro-norte e carnaúba mais a leste, sem fronteira rígida. Solo, drenagem, relevo, fogo e história de uso também explicam a vegetação; chuva não age sozinha.
Pegadinhas: Mata dos Cocais não é bioma continental oficial; Cerrado não é fisionomia única; babaçual pode ser vegetação secundária; ecótono mistura formações vizinhas, enquanto encrave mantém identidade própria dentro de outra matriz.